TRAJETÓRIA
O Instituto Hominus foi criado nos anos 90 do século passado com o intuito de promover o desenvolvimento social com ênfase na cultura, por meio de ações e projetos no campo das artes, da memória cultural e do audiovisual. Agora, se reforça a partir dos desafios da contemporainedade, em que a cultura e a arte retomam seu papel preponderante na construção do futuro da coletividade humana. Desde sua origem, o Instituto procurou agrupar um coletivo de profissionais, pesquisadores e agentes da arte vocacionados para a busca da produção de capital intelectual, capaz de ser compartilhado e disponíbilizado para ampliar a democratização da cultura no Brasil, em especial em nossa aldeia natal. Nessa trajetória foram realizadas várias iniciativas relevantes, algumas até hoje consagradas, como a criação da Sala CineBancários, o Inventário dos Personagens do Centro de Porto Alegre, reconhecido e premiado pelo BID e pelo Programa Monumenta, além de diversas publicações, como livro Guerras dos Gaúchos. No campo das artes, dentro do Ano da França no Brasil, o Instituto promoveu o Seminário La Machineri de L’Arte, reunindo especialistas dos dois países em debates que ocorreram em Porto Alegre e São Leopoldo.
PARCERIA HISTÓRICA
A construção da trajetória de toda organização se dá a partir da relevância e da resiliência de seus projetos e de suas parcerias. No processo de implantação da Sala CineBancários, em 2009, o Instituto foi o principal parceiro do SindBancários na organização e execução do projeto, e temos o privilégio de contribuir para o que hoje é um dos mais consagrados cinemas de calçada de Porto Alegre, fiel à orientação curatorial na promoção do audiovisual brasileiro. Esta parceria de sucesso fez com que o Instituto aceitasse o convite da FETRAFI e do SINDBANCÁRIOS para coordenar o processo de implantação e governança da mais nova e moderna sala de espetáculos que está nascendo em Porto Alegre, o TEATRO BANCÁRIOS RS.
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O TEATRO
As artes cênicas ocupam um lugar singular no ecossistema cultural por sua natureza integradora, atuando como espaço catalisador onde a literatura, a música, as artes visuais e até o cinema - seu herdeiro mais exuberante - convergem em uma síntese viva. Ao investir no teatro, não se fomenta apenas uma modalidade artística, mas se sustenta uma matriz estética capaz de abrigar todas as outras formas de expressão. Para além dessa capacidade de amálgama, o teatro detém um atributo transcendental: enquanto novas mídias e revoluções tecnológicas transformam incessantemente nossas interfaces, a presença física e o encontro direto do fenômeno teatral permanecem como referência viva da manifestação humana.
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